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Política

Guiné-Bissau: CEDEAO exige novo primeiro-ministro até domingo

| Editoria Política | 21/06/2019

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 A delegação ministerial da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) apelou nesta quinta-feira, em Bissau, ao Presidente José Mário Vaz e outros actores políticos da Guiné-Bissau a facilitarem a nomeação do novo primeiro-ministro.

Segundo a CEDEAO, o primeiro-ministro deverá ser indicado antes do dia 23 de Junho, próximo domingo, pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), vencedor das eleições legislativas. O prazo também marca o fim do mandato do Presidente Mário Vaz.

A CEDEAO insiste, igualmente, na formação do novo Governo, o mais rapidamente possível. A delegação ministerial que fez dois dias de intensas reuniões com os principais actores políticos guineenses sublinha a necessidade de ser concluída a eleição e a constituição da mesa do Parlamento, com base nos dispositivos legais da Assembleia Nacional Popular (ANP), e felicita o chefe de Estado pela marcaçãodas presidenciais para 24 de Novembro.

A CEDEAO pondera impor sanções aos responsáveis pelo bloqueio do processo da estabilização da Guiné-Bissau.

Na quarta-feira, o Presidente José Mário Vaz recusou o nome de Domingos Simões Pereira para o cargo de primeiro-ministro.

Enquanto isso, o coordenador do Movimento para a Alternância Democrática (MADEM-G15), Braima Camará, anunciou nesta quinta-feira a sua decisão de abdicar da candidatura para o cargo de segundo vice-presidente do Parlamento, alegando "superiores interesses da nação".

O facto de o seu nome ter sido chumbado pela maioria dos parlamentares, na primeira sessão parlamentar, a 18 de Abril, abriu caminho para um novo impasse político que, alegadamente, tem condicionado a nomeação do novo Governo, resultante das eleições legislativas de 10 Março.

O MADEM, partido criado por dissidentes do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), e segundo mais votado nas legislativas de 10 de Março, mantém um braço-de-ferro com a maioria parlamentar por causa do lugar do 2º vice-presidente da mesa do hemiciclo.

O partido indicou o seu líder, Braima Camará, para aquele posto mas, em duas votações, este não recebeu a confiança da maioria de deputados, que pedem que aquele partido indique uma outra figura para o lugar. O partido, que detém 27 dos 102 lugares no parlamento tinha, até agora, recusado indicar outro nome.

 

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