Publicidade

Publicidade

Publicidade

África 21 OnlineÁfrica 21 Online

Registre-se na nossa newsletter e mantenha-se informado.
África 21 no Facebook

África 21 Online

Pesquisa

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook

Edição Impressa

Edição do Mês

Destaques da edição de Agosto de 2019

ÁFRICA

EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA EM ÁFRICA, UMA BOMBA AO RETARDADOR

ÁFRICA

O PARADIGMA PARTICULAR DA DEMOGRAFIA VERSUS DESENVOLVIMENTO

ANGOLA

EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA UMA BOMBA DE EFEITO RETARDADO

EUROPA

O PESADELO DEMOGRÁFICO QUE ASSOMBRA A EUROPA

MOÇAMBIQUE

POR ALGUNS DÓLARES MAIS

MUNDO

MUDANÇAS CLIMÁTICAS PODEM ENGENDRAR “APARTHEID GLOBAL”

VENEZUELA

O CAPCIOSO RELATÓRIO BACHELET

ÁFRICA

RUMO A UMA ÁFRICA INTEGRADA E PRÓSPERA

Política

Mauritanianos vão às urnas sábado

| Editoria Política | 21/06/2019

-A / +A

Imprimir

-A / +A

Mais dequatro milhões de mauritanianos vão às urnas, no sábado próximo, para escolher o sucessor do presidente Mohamed Ould Abdel Aziz.

O vencedor enfrentará o desafio de desenvolver este vasto país da África Ocidental e melhorar o seu histórico de direitos humanos, sem comprometer a sua estabilidade.

Pela primeira vez na história da Mauritânia, acontece uma transição democrática de poder, entre um presidente cessante e seu sucessor, eleito desde a independência, em 1960. No entanto, os cinco adversários do presidente no poder denunciam o risco de fraude e para garantir a credibilidade do pleito, a oposição reivindicou a presença de observadores eleitorais estrangeiros.

Os "riscos de fraude são grandes", disse em declaração à imprensa, o líder da oposição, Ahmed Ould Daddah, que apoia o candidato Mohamed Ould. Moloud, líder da União das Forças do Progresso.

Entretanto, o presidente Mohamed Ould Abdel Aziz, no poder há mais de dez anos, assegurou a estabilidade do processo eleitoral.

Para sucedê-lo, no final dos seus dois mandatos autorizados pela Constituição, o partido no poder escolheu como candidato o ex-general e Ministro da Defesa, Mohamed OuldSheikh Mohamed Ahmed.

As sondagens apontam o ex-chefe do governo de transição (2005-2007), Sidi Mohamed Ould Boubacar, como o favorito. O seu programa eleitoral inclui “trabalhar para um novo sistema educacional e uma verdadeira justiça para todos”.

Ould  Boubacar, que se considera um "candidato independente", é apoiado por uma ampla coligação que inclui o principal partido da oposição, o partido islâmico Tewassoul e o empresário Mohamed Ould Bouamatou.

Durante uma reunião no início de Junho, os candidatos da oposição renovaram o seu compromisso de apoiarem-se uns aos outros no caso de uma segunda volta e "trabalhar para exigir mudanças civis".

O candidato Ould Ghazouani prometeu que caso seja eleito "não deixará ninguém ao lado da estrada" e a sua equipa de campanha considera a participação nas suas reuniões como "um plebiscito".

Em caso de possível fraude, "o povo está maduro o suficiente para escolher os meios necessários para rejeitar os resultados da votação", disse OuldDaddah, referindo-se àmanifestações livres nas ruas do país

Antes de encerrarem a sua campanha eleitoral em Nouakchott, os candidatos cruzaram o país, começando pelas regiões pastoris do Leste e do Sudoeste Agrícola, cobiçadas por grupos de eleitores.

Os críticos do poder se concentram nos direitos humanos, em uma sociedade marcada por desigualdades e disparidades entre as comunidades árabes-berberes, de Haratine (descendentes dos escravos árabes-berberes, cuja cultura eles compartilham) e Afro-mauritana, geralmente língua materna de grupos étnicos subsaarianos.

A 3 de junho, a Amnistia Internacional e cerca de 30 ONGs convocaram seis candidatos para assinar um manifesto com 12 compromissos que incluíam a luta contra a escravidão e a violência contra as mulheres.

Uma segunda volta está prevista para 6 de Julho se nenhum candidato receber mais de 50% dos votos.

Imprimir

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Siga o portal África 21

Feed RSS Twitter Facebook
África 21 Online

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade