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Política

Mauritânia: oposição rejeita victória do candidato ao poder

| Editoria Política | 25/06/2019

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Os quatro opositores na eleição presidencial na Mauritânia rejeitaram os resultados provisórios que concedem a victória da primeira  volta ao candidato ao poder, Mohamed Cheikh El-Ghazouani e apelaram  a um protesto pacífico a partir de segunda-feira.

Os mauritanos votaram no sábado com 62,66% de participação  para nomear o seu  novo presidente.

A Comissão Nacional Eleitoral Independente (CENI) confirmou a victória do candidato ao poder, Mohamed Cheikh El-Ghazouani, que venceu as eleições presidenciais de sábado, na primeira volta, com 52% dos votos. Ghazouani lidera em todas as províncias do país, com excepção de Nouadhibou (noroeste).

Seguido por quatro oponentes, o ativista anti escravidão Biram Ould Dah Ould Abeid (18,58%), o ex-primeiro-ministro Sidi Mohamed Ould Boubacar (17,87%), o jornalista Baba Hamidou Kane (8,71%) e o professor universitário Mohamed Ould Moloud (2,44%).

Estes resultados ainda precisam ser validados pelo Conselho Constitucional após a consideração de possíveis desafios, enquanto os quatro candidatos da oposição anunciaram sua intenção de usar todos os recursos legais.

Eles exigem que a CENI publique os resultados do escrutínio para poder compará-los com suas próprias declarações, o que validaria a hipótese da realização de uma segunda volta a 6 de Julho.

 Enquanto isso, os quatro candidatos da oposição foram convocados pelo ministro do Interior, Ahmedou Ould Abdallah, que pediu-lhes para manter a calma.  

Numa colectiva de imprensa na segunda-feira, os candidatos da oposição alegaram ter explicado ao ministro que Ghazouani havia causado problemas pelo anúncio de sua victória, com base nos resultados de 80% dos escrutínios, depois de uma vigília eleitoral na presença do presidente cessante.

Os quatro candidatos da oposição avisaram que vão recorrer dos resultados e apelaram para que as pessoas saiam às ruas em manifestações pacíficas.

"Vamos organizar protestos, este é o nosso direito constitucional", disse Mohamed Ould Moloud, enfatizando sua natureza "pacífica".

Os protestos começaram na segunda-feira à tarde, com uma marcha dos quatro candidatos da oposição em direção ao CENI "para protestar oficialmente e rejeitar os resultados". 

Numa conferência de imprensa conjunta anterior Ould Abeid também pediu aos seus concidadãos que "resistissem dentro dos limites da lei ao enésimo golpe de Estado contra a vontade do povo".

 

 

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