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Saúde

RDC: Ataques armados obrigam OMS a interromper apoio médico

| Editoria Saúde | 28/06/2019

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A OMS suspendeu quarta-feira, 26, a assistência aos doentes de ébola no noroeste da República Democrática do Congo, depois de um ataque contra uma equipa médica.

O controlo da epidemia na República Democrática do Congo (RDC) tem sido dificultado pela recusa de algumas comunidades em receber tratamento e pela insegurança na área, onde grupos armados e milícias rebeldes atacaram vários centros de tratamento.

O coordenador da equipa de resposta ao surto do ébola para as províncias de Kivu Norte e Ituri, Michel Yao, disse que a Organização Mundial da Saúde (OMS) tomou a medida para proteger a sua equipa.

Mas Yao garante que "algumas equipas vão continuar a trabalhar no terreno, mas muito reduzida, até que tenhamos garantias de segurança nas comunidades. Por isso, não suspendemos totalmente as actividades, apenas fizemos uma retirada por questões de segurança."

O surto de ébola no nordeste do país causou, de acordo com um relatório datado de 22 de Junho último, mais de 1.506 mortes e os casos de contágio confirmados ultrapassam os 2.100.

Perante esta situação de ataques contra equipas humanitárias, o comandante da Missão de Paz das Nações Unidas na República Democrática do Congo (MONUSCO), Elias Rodrigues Martins Filho, garante: "Nós temos desdobrado tropas adicionais nas áreas onde esse vírus está sendo combatido."

E os objectivos principais são dois, segundo Filho: "primeiro, proteger os humanitários e, num segundo momento, as nossas tropas estão lá para combater os grupos armados que actuam na área que, desrespeitando todo esse processo, vêm atacar a própria população e em particular, os próprios humanitários".

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