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MPLA - O CONGRESSO DO REJUVENESCIMENTO

| Editoria Política | 01/07/2019

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O MPLA, partido há 44 anos no poder, os mesmos de independência de Angola, acaba de realizar o seu VII Congresso Extraordinário, que ficou marcado pelo rejuvenescimento da sua estrutura directiva, uma passagem de testemunho geracional, com a saída de cena de muitos dos seus “gurus” e a entrada de uma nova geração de intelectos quadros políticos e tecnocratas.

Por Mário Pedro

Dois factos curiosos marcaram, entretanto, este Congresso, o primeiro deles a ausência de José Eduardo dos Santos, presidente emérito do partido, que liderou ao longo dos últimos 39 anos. Oficialmente, ele está ausente do país desde Abril último, por razões de saúde. O segundo é a exposição de uma galeria fotográfica, no Hall do Centro de Conferências de Belas – onde decorreram os trabalhos – com os retratos dos cinco Presidentes do MPLA, desde a sua fundação, a 10 de Dezembro de 1956.

São eles Ilídio Tomé Alves Machado (1956-1959), Mário Coelho Pinto de Andrade (1960-1962), António Agostinho Neto (1962-1979), José Eduardo dos Santos (1979-2018) e João Manuel Gonçalves Lourenço. Nos Congressos anteriores, a galeria comportava apenas as fotos de Neto e Eduardo dos Santos e esta alteração foi uma decisão do actual líder.

A renovação ditou, a par de José Eduardo dos Santos, a passassem de figuras de proa como Julião Mateus Paulo “Dino Matrosse”, Kundi Payama, Paulo Kassoma e outras, para segundo plano, em detrimento da nova vaga de jovens, a maioria “desconhecidos”, como é o caso do secretário do Bureau Político para a Informação, Albino Carlos. A ascensão da camada feminina também foi acentuada, na ordem dos 42,53%, num universo de 61% de jovens com idades até os 45 anos.

Paulo Pombolo, que até então era o secretário do Bueau Político para a Informação, é elevado a secretário-geral do partido, sucedendo a Álvaro Manuel de Boavida Neto (pouco menos de um ano no cargo) afastado do cargo, ao que se comenta, por quebra de lealdade para com o chefe.

O Comité Central, importante órgão de direcção do partido entre Congressos, passou de 366 para 497 membros. 61 % dos novos 134 membros são jovens, o que garante a almejada transição geracional e tem em vista os “objectivos preconizados no Programa Eleitoral e no Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022”. 

(Leia o artigo na integra  na edicção nº140 da Revista África21, mês de Junho)

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