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Economia

Grupo Boa Vida continua focado na “Caça de Talentos” em Angola

| Editoria Economia | 05/07/2019

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Há mais de 20 anos em Angola, o Grupo Boa Vida, criou a GBV CONSULTING, que actua com base na inovação, gestão moderna e transparencia, valorização do capital humano, promoção e valorização de sectores da economia anteriormente pouco explorados, aceleração e valorização da produção local em áreas como: Imobiliária; Agroindústria; Mineração; Educação; Saúde; Turismo, Comunicação e Negócios.

Em conversa com a Revista África 21, o gestor Telmo Silveira faz uma avaliação do mercado nacional face a crise económica.

Por Leonarda Miguel

Depois do sucesso do Fórum de Apoio à Reconversão da Economia Angolana, realizado pela GBV CONSULTING, em parceira com a Associação Industrial de Angola (AIA), que teve como propósito lançar o repto a todas as forças vivas da nação, para em conjunto, fazerem o turnover nos indicadores macro e micro económicos do país, a direcção do grupo reafirma a sua responsabilidade, no desafio de ajudar no crescimento económico do país.

“Obviamente que esta responsabilidade não estará somente na redoma da GBV CONSULTING, porque ela é repartida com a AIA, com quem temos um acordo de parceria e que tem feito um trabalho necessario em prol do crescimento económico do país”, afirma o gestor.

Acrescentou que o governo angolano percebe, e muito bem, que o desafio da crise não é uma batalha que deva somente recair sobre ele, o que considera uma atitude magnânima, de um governo aberto e dialogante.

O GBV, dentro do seu compromisso com as causas económicas e sociais do país, criou em 2017 o programa “Talentos de Angola”, que a primeira fase tem a duração de 5 anos e onde, com o apoio de empresas especializadas em “Caça Talentos”, vão objectivamente à procura dos cérebros jovens e com menos oportunidades de emprego e de demostração do seu real potencial.

“Seleccionamos com base no merito, contratamos e alocamos em função das áreas de formação dentro das diferentes estruturas organizacionais do grupo; e sequencialmente formamos, especializamos dentro e fora do país. Apostamos neste programa porque, acreditamos ser um bom investimento, que no qual os quadros seleccionados, depois de fazerem o payback do investimento ao grupo, aplicando todo conhecimento e inteligência, estarão igualmente disponíveis para melhor servir tecnicamente o país”, concluiu Telmo Silveira.

(Leia o artigo na integra  na edicção nº140 da Revista África21, mês de Junho)

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