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Política

Manifestação contra Governo Cabo-Verdiano na ilha de São Vicente

| Editoria Política | 08/07/2019

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Uma grande manifestação contra o Governo central e a administração autárquica decorreu na passada sexta-feira, 5 de julho, na ilha de São Vicente, por ocasião do 44º aniversário da independência de Cabo Verde.

Milhares de pessoas  participaram nesta manifestação, ocorrida neste segundo maior centro populacional do arquipélago cabo-verdiano, para reclamaram do incumprimento  das promessas de desenvolvimento local, feitas durante a campanha eleitoral pelo partido no poder, Movimento para a Democracia (MpD), em junho de 2016, apurou a PANA de fonte segura.

Esta jornada de protesto, organizado pelo movimento cívico Sokol e que, de acordo com a imprensa local, terá reunido mais de 10 mil pessoas na cidade do Mindelo, é visto como mais uma séria advertência ao Governo liderado pelo primeiro-ministro, Ulisses Correias e Silva, cujo desempenho é fortemente contestado na ilha devido àquilo que se considera como “a falta de medidas públicas para o desenvolvimento local’.

Os São-vicentinos mostram-se descontentes com a falta de políticas do governo para a ilha, sobretudo em setores como os transportes aéreos e marítimos, bem como em relação a questões económicas, sociais, sanitárias, culturais e ambientais.

Durante a marcha, que começou na Praça Estrela e que percorreu as principais artérias da cidade do Mindelo, até à praça D. Luís, os manifestantes empunharam cartas e escandindo palavras de ordem e reclamando por uma maior autonomia para a ilha e criticando também a equipa que governa a Câmara Municipal de São Vicente, liderada por Augusto Neves.

No final do trajeto, o porta-voz do movimento Sokols, Salvador Mascarenhas, mostrou-se satisfeito com a “resposta em massa” da população, sublinhado que a luta pela mudança da situação de “degradação da ilha” vai continuar.

“A manifestação foi magnífica, ultrapassou todas as expetativas. Vamos continuar a nossa luta, a solução tem de ser política, como já o dissemos várias vezes. Vamos promover palestras, debates sobre a situação [da ilha]”, disse.

Questionado no final se a Sokols irá apoiar alguma iniciativa independente nas próximas eleições autárquicas, Salvador Mascarenhas disse que o movimento irá promover alguns debates para estimular o surgimento destas iniciativas da sociedade civil.

“Nós não nos vamos candidatar, estaremos a estimular o surgimento destas iniciativas. A Sokols não vai apoiar nenhuma lista, ficaremos contentes com o surgimento de uma lista nas autárquicas, vinda da sociedade civil”, conclui  Mascarenhas.

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