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Política

Jacob Zuma diz-se alvo de "assassínio" político em audiência sobre corrupção

| Editoria Política | 15/07/2019

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O antigo presidente sul-africano, Jacob Zuma, que compareceu nesta segunda-feira,15, perante uma comissão de inquérito sobre corrupção durante os seus mandatos, disse ser alvo de uma "calúnia" e vítima de "assassínio" político.

"Fui caluniado, acusado de ser o rei dos corruptos. Chamaram-me toda a espécie de nomes", disse Jacob Zuma, após a primeira audiência perante a comissão.

O antigo presidente sul-africano deverá responder às acusações de que generalizou a corrupção na administração governamental quando foi presidente da África do Sul (2009-2018).

"Nunca respondi. Penso que é importante que nos respeitemos", acrescentou perante a comissão, que está reunida em Joanesburgo.

Jacob Zuma sustentou que a comissão foi criada "para que sejam encontradas coisas" contra si, afirmando-se vítima de "um assassínio deliberado" durante os 20 anos de "conspiração".

Durante mais de um ano, a comissão, presidida pelo vice-presidente do Tribunal Constitucional, Raymond Zondo, ouviu dezenas de ministros, deputados, empresários e altos funcionários da administração sobre os negócios considerados obscuros da era de Zuma no poder.

O antigo chefe de Estado é suspeito de conceder ilegalmente contratos públicos lucrativos e benefícios indevidos a uma família de empresários indianos de quem é próximo, os Gupta.

Em 2018, o antigo presidente sul-africano foi forçado a demitir-se pelo Congresso Nacional Africano (ANC) por corrupção, algo que sempre negou, e substituído por Cyril Ramaphosa.

Numa carta publicada em Junho último, o seu advogado, Daniel Mantsha, questionou a imparcialidade da Comissão de inquérito, acusando-a de apenas querer encontrar “uma verdade”, “armadilhar e humilhar” o seu cliente.

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