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Economia

Angola e Namíbia assinam acordo que estabelece Comissão Binacional

| Editoria Economia | 15/07/2019

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O ministro angolano das Relações Exteriores, Manuel Augusto, e a ministra das Relações Internacionais e Cooperação da Namíbia, Netumbo Nandi-Ndaitwah rubricaram no domingo,14,em Windhoek, um acordo que estabelece a Comissão Binacional, um instrumento político para o reforço da cooperação.

A comissão, a ser presidida conjuntamente pelos presidentes angolano e namibiano, integrada por altos funcionários dos Governos dos dois países, visa procurar formas e meios de promover e reforçar a cooperação em vários sectores.

A sessão inaugural está marcada para 2021, em Luanda. A Comissão Binacional passará a reunir-se ordinariamente, duas vezes por ano em Angola e Namíbia, e em sessões extraordinárias, a pedido de qualquer das partes.

O órgão é subdividido em quatro comités sectoriais, o diplomático e judicial, o económico e de infra-estruturas, social e cultural e de defesa e segurança.

Baixos indicadores

Na abertura da V Sessão da Comissão de Cooperação Bilateral entre Angola e Namíbia, o ministro das Relações Exteriores admitiu que o elo mais fraco nas relações entre os dois países reside nos baixos indicadores de cooperação em termos económicos.

Manuel Augusto reconheceu que é uma "difícil missão" preencher esta lacuna. "A maioria dos acordos e memorandos de entendimento rubricados entre os nossos países continuam por implementar ao longo dos anos. Por isso, a nossa tarefa será rever e determinar aqueles acordos que tenham sido ultrapassados ", frisou.

O chefe da diplomacia angolana explicou que os excelentes momentos políticos que as relações entre os dois Estados têm vindo a registar nos últimos anos, sob a influência dos respectivos presidentes, não têm sido acompanhados por um desenvolvimento visível na sua cooperação.

Por este facto, o ministro considerou que a cooperação económica vai exigir maior pragmatismo e a definição de medidas concretas para resolver estas anomalias, aproveitando o potencial existente para a cooperação nos mais diversos domínios." A prossecução destes objectivos passa pela seriedade e acutilância do processo", referiu.

O ministrodas Relações Exteriores considerou igualmente importante o reforço das relações entre as autoridades das províncias fronteiriças de ambo os países, como forma de assegurar que o que foi decidido corresponda aos anseios e tenha impacto na vida das populações.

 

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