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Política

África do Sul: Presidente Ramaphosa considera tendencioso relatório que o incrimina

| Editoria Política | 22/07/2019

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O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, considerou no domingo,21, como "irrevogavelmente tendencioso" o relatório de um perito que disse que ele deliberadamente enganou o Parlamento sobre uma doação para a sua campanha eleitoral.

 “Depois de ter estudado cuidadosamente o relatório, concluo que ele é irrevogavelmente tendencioso”, disse aos jornalistas, acrescentando que está determinado a conseguir com urgência uma análise judicial a essas conclusões do documento.

Elaborado pela provedora de justiça Busisiwe Mkhwebane, encarregada de controlar as acções do executivo, estima que o inquérito que levou a cabo prova que o presidente, que prometeu repetidamente erradicar a corrupção do país, enganou o Parlamento de forma “deliberada”.

E fê-lo quando respondeu a uma pergunta da oposição sobre uma doação para a sua campanha de 500.000 rands (cerca de 32.000 euros) feita por um grupo industrial.

Cyril Ramaphosa disse na altura que o dinheiro pago em 2017 era um pagamento ao seu filho Andile por um trabalho de consultadoria para a empresa de serviços Bosasa, envolvida em vários contratos públicos suspeitos.

No entanto, reconheceu depois que se tratou de uma doação para a sua campanha para a presidência do partido, o Congresso Nacional Africano (ANC), uma batalha intensa que lhe permitiu vencer o candidato escolhido pelo antigo presidente, Jacob Zuma.

“O presidente sul-africano tinha alegado boa-fé, dizendo que não tinha a informação correcta quando respondeu à pergunta no Parlamento. E prometeu reembolsar os fundos de campanha”,disse.

Mas no seu relatório, Mkhwebane disse que “embora o presidente Ramaphosa tenha justificado o seu erro dizendo que recebeu informações incompletas ou errôneas, ele enganou o Parlamento”.

“Eu considero que a conduta do presidente Ramaphosa, mesmo que fosse de boa-fé, não está de acordo com os seus deveres”.

 Cyril Ramaphosa está no poder desde Fevereiro de 2018 e reeleito em Maio último, fez da luta contra a corrupção o seu principal cavalo de batalha.

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