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Duzentos e cinquenta tropas esperados no Mali para reforçar missão de paz da ONU

| Editoria Sociedade | 24/07/2019

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Um contingente de 250 militares britânicos são esperados no Mali em 2020 para apoiar a Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização deste país (MINUSMA).

Segundo um comunicado publicado no dia 22 de julho, no site do ministério da Defesa do Reino Unido, os soldados vão ser desdobrados neste país da África Ocidental devido ao aumento da instabilidade na região do Sahel  e da África do Norte, com o objetivo de restabelecer “uma paz duradoura e a longo prazo no Mali”.

Estas tropas, que estarão baseadas em Gao, na parte leste do Mali, terão a pesada missão de “colmatar o défice enorme do pessoal a que faz face a missão (MINUSMA)”, lê-se na nota.

Segundo a nota, os tropas vão juntar-se a um contingente internacional do pessoal militar e da Polícia de mais de 15 mil pessoas, para um período inicial de três anos”.

Esta nova contribuição do Reino Unido para a MINUSMA vai criar uma capacidade de reconhecimento de longo alcance, e aumentar uma maior sensibilização a eventuais ameaça, devendo igualmente contribuir para a proteção dos civis.

Num vídeo difundido segunda-feira última pela MINUSMA, o secretário do Reino Unido para a Defesa, Penny Mordaunt, declarou que o seu país não poupará esforços para  colocar à disposição destas tropas todos os meios necessários a um bom cumprimento da sua missão.

Também promete que elas terão um impacto no terreno, ao criarem a resiliência e estabelecerem uma parceria com as comunidades, mas também ao participar na luta contra ameaças à segurança.

O comunicado do Governo do Reino Unido informa igualmente que os soldados apoiarão o mandato das Nações Unidas no Mali, incluindo a assumir questões relativas à segurança das pessoas, nomeadamente a política de tolerância zero em relação à violência sexual e o apoio aos direitos das mulheres e das crianças.

Durante um encontro com o Conselho de Segurança das Nações Unidas, a10 de julho último, o comandante da Força Militar da MINUSMA, o tenente-general Dennis Gyllenspore, declarou que a missão registou inúmeras perdas nas suas tropas devido a ataques frequentes, diretos e complexos, perpetrados a nível das suas bases”.

Acrescentou que as suas forças precisam  de encontrar diferentes e novas vias de operar em para se tornarem mais ágeis e imprevisíveis, e reagirem de forma mais rápida.

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