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Quênia: Ministro das Finanças nega acusação de corrupção

| Editoria Política | 24/07/2019

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O ministro das Finanças do Quênia, Henry Rotich, declarou na terça-feira, 23, não ser culpado das acusações de corrupção que pesam contra ele ligado ao projecto para construção de duas barragens no valor de centenas de milhões de dólares.

Henry Rotich e mais 15 funcionários apareceram perante um tribunal de Nairobi esta manhã para responder por uma dúzia de crimes financeiros. Em particular, são acusados ​​de fraude, abuso de poder e aceitação de subornos.

Todos declararam se - inocentes.

O ministro das Finanças, no poder desde 2013, apresentou-se voluntariamente à polícia na segunda-feira (22) pouco depois de o director do Ministério Público, Noordin Haji, ter pedido a sua prisão, bem como a de 27 funcionários administrativos implicados no escândalo.

Após a detenção de Rotich, espera-se que o presidente do Quénia, Uhuru Kenyatta, nomeie um ministro das Finanças interino.

Ambas as barragens deveriam ser construídas no oeste do Quênia para melhorar o abastecimento de água e da eletricidade neste país frequentemente atingido pela seca.

Segundo o Ministério Público, o processo de aquisição e o pagamento do projecto estava "repleto de irregularidades".

Noordin Haji, afirmou que a adjudicação do contrato à empresa italiana CMC di Ravenna contornou todos os procedimentos em vigor, sem ter em conta as dificuldades da empresa que estava a ser liquidada e que não completara três outras barragens caras.

Três executivos da empresa CMC di Ravenna estão entre as pessoas indiciadas. O chefe da secção criminal da polícia queniana, George Kinoti, disse que vai exigir mandados de prisão contra os empresários italianos.

O contrato previa que o custo total do projecto seria de 450 milhões de dólares, mas o ministério da Finanças aumentou esse valor para 164 milhões de dólares sem justificativa adequada.

Cerca de 180 milhõesde dólares já haviam sido pagos, sem que a construção das duas barragens tivesse começado.

Seis milhões de dólares também foram destinados à realocação de moradores afectados pelo projecto. Mas nenhuma evidência foi encontrada de que a terra foi realmente comprada.

 

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