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Política

Sudão: ONU pede investigação sobre morte de 5 jovens em protesto

| Editoria Política | 31/07/2019

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A Organização da Nações Unidas (ONU) pediu na terça-feira,30, uma investigação sobre as mortes de cinco estudantes Sudaneses ocorridos durante um protesto pacíficona segunda-feira (29) em Al-Obeid.

Num comunicado, o comité de médicos sudaneses afirmou que as vítimas participavam numa manifestação pacífica quando foram atingidas pelos disparos dos atiradores das Forças de Intervenção Rápida, liderado por Mohammed Hamdan Daglo.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) pediu às autoridades que "investiguem e levem à justiça os responsáveis pela violência contra os jovens".

"Nenhum adolescente deve ser enterrado com o seu uniforme escolar", lamentou o Unicef ​ num comunicado, referindo que os manifestantes mortos tinham entre os 15 e 17 anos de idade.

"Matar civis pacíficos é um crime inaceitável que não deve ficar impune", declarou o chefe do Conselho Militar de Transição, general Abdel Fattah al-Burhane que garante a responsabilização imediata dos envolvidos.

As autoridades anunciaram um recolher obrigatório na cidade de Al-Obeid e três outras localidades no norte de Kordofan. As aulas nas escolas deste estado central foram suspensas até nova ordens.

A Associação dos Profissionais Sudaneses (SPA), movimento instigador dos protestos, convocou novas manifestações em todo o país para denunciar este "massacre".

Segundo a SPA, as "Forças de Janjawid e atiradores paramilitares dispararam em adolescentes em idade escolar" e deixaram mais de 60 pessoas feridas.

Ainda naterça-feira, centenas de estudantes do ensino médio com mochilas nas costas carregando a bandeira sudanesa nas mãos, percorreram as ruas de Cartum para denunciar o assassinato dos cinco estudantes que aconteceu no centro do país.

"Nós mantivemos silêncio o tempo todo e eles nos matam", disse Enas Saifeddine, uma aluna de 16 anos de idade.

 "Os cinco estudantes do ensino médio de Al-Obeid foram mortos porque pediram coisas essenciais, comida, água, electricidade", acrescentou.

Na segunda-feira (29) os estudantes do ensino médio protestavam contra a escassez de pão e combustível em Al-Obeid.

 

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