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Política

Angola conta com novo partido político denominado PRA-JA

| Editoria Política | 05/08/2019

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O antigo líder da CASA-CE, Abel Epalanga Chivukuvuku, apresentou na passada sexta-feira, 2 de Agosto, em Luanda, o acto constitutivo da sua nova força política Partido de Renascimento Angolano – Juntos por Angola (PRA-JÁ), na presença de mais de 300 delegados.

No discurso de lançamento da nova formação política PRA-JA, Abel Chivukuvuku disse esperar que o processo de legalização do partido junto do Tribunal Constitucional esteja pronto até ao final do ano, para que no primeiro trimestre de 2020 o partido possa realizar o seu primeiro congresso e posteriormente, participar nas eleições autárquicas agendadas para 2020.

Segundo Chivukuvuku o PRA-JA tem como objectivo “despertar consciências, sacudir amarras e rejeitar definitivamente o passado caracterizado por décadas de sofrimento, de pobreza e de indigência (…) décadas de expectativas geladas e de sonhos nunca realizados, de governação antipatriótica, insensível, incompetente e corrupta”.

“ Chegou a hora para a urgente reforma constitucional e do modelo de Estado, uma só pessoa a mandar em 28/29 milhões de angolanos isso é do passado, não pode continuar”, disse Abel Chivukuvuku.

O novo partido Político, cujo nome e a bandeira foram conhecidos hoje, é um resultado encontrado com os apoiantes de Abel Chivukuvuku, muito dos quais, provenientes da CASA-CE, fiéis a Abel, e que decidiram acompanhá-lo no novo projecto político, mas não participou nenhum dos deputados da CASA-CE, formação por ele criada em 2012.

A formação política agora apresentada surge no final de um processo de auscultação das populações em várias províncias do país, movimento social que Chivukuvuku denominou "Por Angola Pronto para o Soar do Apito".

Abel Epalanga Chivukuvuku nasceu no Bailundo, na província do Huambo, a 11 de Novembro em 1957, ingressou na UNITA em 1974, onde ocupou vários postos sénior, tendo sido assistente político do seu fundador Jonas Savimbi.

Em 2012 criou a CASA-CE coligação de 6 partidos destinada a apoiar a sua candidatura às eleições legislativas, dos quais 5 o afastaram em Fevereiro de 2019 por "quebra de confiança" e divergências com alguns dos integrantes da terceira força política de Angola, com 16 deputados, que desde então é dirigida pelo almirante André Mendes de Carvalho "Miau".

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