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CAMARÕES: MOTINS ABALAM SISTEMA PENITENCIÁRIO

| Editoria Sociedade | 19/08/2019

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Vários prisioneiros políticos, detidos na prisão de Yaoundé, foram “brutalmente sequestrados” e levados para destino desconhecido, no meio da refrega do motim que rebentou na prisão central da capital camaronesa, afirmaram em comunicado os advogados de defesa dos detidos.

Os detidos em questão eram, na sua maior parte, membros do Movimento de Renascença dos Camarões (MRC), entre eles o seu vice-presidente, MamadouYacouba Mota, que tinha participado, com outros detidos, numa manifestação pacífica difundida no FaceBook, contra as duras condições carcerárias.

O motim, que explodiu no dia 22 de Julho último, levou ao incêndio da biblioteca prisional e de uma oficina de costura, para além da vandalização de outras partes da prisão. Os detidos políticos negam a sua participação em qualquer acto de destruição que, segundo eles, foi perpetrado por elementos não identificados.

“Após buscas infrutíferas para obter a localização dos detidos, as autoridades informaram que os nossos clientes encontravam-se nas instalações da Secretaria de Estado da Defesa (SED)”, disseram os juristas, acrescentado que foi-lhes negado qualquer contacto com os detidos.

Recorde-se que o SED, verdadeiro serviço de segurança, é acusado repetidamente de usar a tortura durante os interrogatórios. Os advogados acusaram as autoridades de terem provocado os motins por “decisão escandalosa” das autoridades penitenciárias para permitirem a mistura dos opositores políticos do MRC com membros separatistas e outros presos de delito comum considerados perigosos.

Mas, o rastilho dos motins de Yaoundé contaminou outras rebeliões em penitenciárias no interior do país, com enfoque especial para a prisão de Buéa, situada na região sudoeste do país, em pleno território anglófono, com cenas de violência e fogo posto.

Nos Camarões, a sobrelotação carcerária foi exacerbada pela crise sociopolítica da luta  separatista a partir de 2016 e também pela crise pós-eleitoral que reconduziu Paul Bya à presidência, que ocupa desde 1983.

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