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Tóquio: Primeiro-ministro japonês alerta para os riscos da dívida excessiva em África

| Editoria Política | 30/08/2019

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O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, alertou na quinta-feira,29, a África contra os riscos dos níveis excessivos de endividamento, em uma alusão aos principais investimentos da China no continente, que alguns acreditam estar a minar as finanças dos países emergentes.

"Se os países parceiros estão profundamente endividados, isso dificulta os esforços de todos para entrar no mercado", disse Shinzo Abe aos líderes africanos á margem da 7ª Conferência Internacional sobre o Desenvolvimento do Continente Africano ( Ticad ) realizada em Yokohama.

O primeiro-ministro aproveitou a oportunidade para promover esquemas de financiamento e seguro de instituições japonesas apoiadas pelo governo que ele acredita serem investimentos de "qualidade".

"Ao prestar assistência à África, devemos levar em consideração o peso da dívida do país que recebe essa ajuda e garantir que essa taxa de juro não se torne excessivo", disse Abe durante a entrevista colectiva no encerramento da Conferência Internacional de Tóquio sobre o Desenvolvimento Africano (Ticad),

Nos próximos três anos, o Japão também planeia treinar 30 especialistas em gestão de risco financeiro e gestão da dívida pública em África.

O Japão está a tentar fortalecer a sua presença em África, onde seus investimentos estão aquém dos de Pequim que poderá atingir os 60 biliões de dólares, conforme anunciados na Cimeira China-África no ano passado.

No entanto, o gigantesco projecto de infraestrutura das "Novas Rota da Seda", lançado em 2013 por Pequim para conectar a Ásia, Europa e África à China, foi acusado de favorecer as empresas e trabalhadores chineses à custa de economias locais, levando os países anfitriões a dívidas e ignorando os direitos humanos e o meio ambiente.

O governo japonês também pretende incentivar o sector privado do seu país a investir mais em África. Mais de 150 empresas do país estiveram presentes na 7ª edicção do Ticad.

Líderes de mais de 50 países africanos, representantes de organizações internacionais e o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, participam na conferência de três dias na cidade portuária de Yokohama, no Japão.

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