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Angola admite incapacidade de erradicar minas

| Editoria Sociedade | 30/09/2019

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Angola provavelmente não será capaz de cumprir o seu  compromisso de se livrar das um milhão de minas terrestres enterradas durante a guerra civil ocorrida entre (1975-2002) até 2025, por falta de meios suficientes, anunciou no sábado (28)  o chefe do gabinete de Intercâmbio e Cooperação da Comissão Intersetorial de Desminagem e Assistência Humanitária (CNIDAH), Adriano Gonçalves.

O responsável pelos esforços de remoção de minas fez essa declaração no sábado à noite após a visita do príncipe Harry, o sexto na ordem de sucessão ao trono da Inglaterra. O duque de Sussex seguiu os passos de sua mãe Diana, muito comprometida com a luta pela erradicação de minas.

Em particular, ele visitou na província do Huambo (centro-oeste), a segunda maior cidade angolana, uma rua anteriormente minada onde a princesa de Gales visitou um pouco antes de sua morte em 1997.

"É hora de colocar essas armas nos livros de história, de uma vez por todas", disse Harry, "desminando podemos ajudar essa comunidade a encontrar a paz e com paz surgem as oportunidades", concluiu.

“Há cerca de dez anos que vimos sofrendo declínios de financiamento à desminagem em Angola”, na ordem dos 90%, o que tem tido impacto directo nas actividades de limpeza de campos minados que tem sido “consideravelmente” reduzida.

 "Angola ainda tem mais de mil campos minados para limpar, mas perdeu cerca de 90% de seu financiamento internacional para combater esse flagelo", disse Gonçalves, "tornando mais difícil manter o objectivo de limpeza de campos minados do país até 2025, o mais tardar. "

Isto levou a que o Governo investisse numa campanha de sensibilização para o risco de minas e outros engenhos explosivos, que foi lançada no mês passado e está a ser liderada pelo Ministério da Ação Social, Família e Promoção da Mulher, para “reforçar” a prevenção.

Angola é signatária da Convenção de Ottawa (1997) que visa a erradicação total de minas antipessoal até 2025.

Além do declínio nos fundos estrangeiros que "têm muitas outras prioridades", o governo angolano também reduziu o seu financiamento por causa da queda nos preços do petróleo em 2014, observou o chefe do CNIDAH. "Gostaríamos que a remoção de minas fosse feita com mais velocidade e intensidade, mas é difícil", disse.

Angola é com a Nigéria o principal produtor de ouro negro na África Subsaariana.

Em Angola, o número de cidadãos feridos por minasestima-se hoje existir entre 40.000 a 60.000.

Dos 3.000 campos cobertos com artefactos explosivos identificados no final da guerra civil em 2002 nas 18 províncias de Angola, mais de 1.200 ainda não foram limpos.

 

 

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