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Especialistas angolanos em refinação de petróleo recebem diplomas

| Editoria Empresas | 02/10/2019

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Cerca de quarenta técnicos angolanos formados em refinação de petróleo pela Universidade Corporativa da petrolífera italiana ENI, receberam os diplomas no âmbito do relançamento do sector em Angola,  na segunda-feira(30).

Os especialistas, pertencentes à Sonangol,empresa petrolífera angolana, receberam o seu diploma durante uma cerimónia de outorga assistida pelo ministro dos Recursos Minerais e Petróleos de Angola, Diamantino de Azevedo, actualizaram-se, durante um ano, nas áreas de gestão de refinarias e da integridade, saúde, ambiente e segurança (SAS), processos a jusante, inspecção e manutenção.

Na ocasião, o ministro Diamantino Azevedo garantiu que este desafio vai continuar, com o envio de mais estudantes, no quadro dos esforços do Governo para o desenvolvimento da indústria petrolífera.

A cerimónia realizada em Roma contou igualmente com a presença da embaixadora de Angola na Itália, Fátima Jardim, o presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Sebastião Pai Querido Gaspar Martins, e outros altos funcionários das companhias angolanas e italiana.

A implementação do programa de formação enquadra-se no acordo de cooperação assinado em 2018 entre as petrolíferas angolana Sonangol e italiana ENI.

O principal objectivo é relançar o sector de refinação no país, após conclusão da manutenção geral da Refinaria de Luanda pela Sonangol e ENI, no âmbito da parceria estratégica entre as duas empresas.

O ministro dos Recursos Minerais e Petróleos está na Itália à frente de uma delegação que participou na Feira Internacional de Mármore (MARMOMAC), realizada na cidade de Verona, de 25 a 28 de Setembro.

Com este passo, a Refinaria de Luanda aumentou a fiabilidade e permitiu o início dos trabalhos de construção de uma nova unidade de “plataforming”, que quadruplicará a capacidade de produção de gasolina, contribuindo para a redução das importações de combustível. Quando terminar o processo de reabilitação, ampliação e modernização, a Refinaria de Luanda passará das actuais 300 toneladas para mil e 200 toneladas de gasolina/ano.

Angola é o segundo maior produtor de petróleo da África Subsahariana, atrás da Nigéria (1,7 milhões), com uma produção de 1,4 milhões de barris/dia, mas importa 80 por cento de derivados de petróleo para fazer face às suas necessidades internas.

 

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