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Emmanuel Macron pede que cessar-fogo na Líbia seja respeitado

| Editoria | 13/01/2020

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O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu na segunda-feira,13, que o cessar-fogo na Líbia seja respeitado, após uma conversa por telefone com o seu homólogo russo, Vladimir Putin.

O estadista francês sublinhou a Putin "a necessidade de o cessar-fogo ser credível, duradouro e verificável", segundo uma nota divulgada pelo Palácio do Eliseu.

Ao mesmo tempo, Emmanuel Macron expressou o seu desejo de que "a conferência de Berlim permita que o processo político seja relançado sob o controlo das Nações Unidas e o diálogo interno entre os líbios".

A conversa telefónica entre os dois líderes ocorreu no mesmo dia em que o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia confirmou que o chefe do Exército Nacional da Líbia, marechal Khalifa Haftar, e o chefe do Governo de Tripoli reconhecido pela ONU, Fayed al-Sarraj, estão na capital russa para realizar reuniões e tentar encontrar uma saída para o conflito.

A Líbia mergulhou no caos após a guerra civil de 2011 que derrubou e matou o ditador Muammar Kadhafi.

O Governo do leste da Líbia é apoiado pela França, Rússia e pelos principais países árabes, incluindo Egipto, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.

A Turquia, Itália e o Qatar apoiam o Governo de Tripoli, que enfrentou uma ofensiva pelas forças de Haftar, que se aproximaram da capital.

As negociações acontecem após uma trégua proposta pela Rússia e pela Turquia, que começou no domingo e é o primeiro intervalo nos combates em meses, apesar de indicações de que houve algumas violações de ambos os lados.

Os presidentes da França e da Rússia também analisaram outras crises internacionais.

Na crise iraniana, os dois líderes concordaram com a necessidade de preservar o acordo nuclear de 2015 e apelaram a Teerão para respeitar os compromissos neles incluídos.

Macron expressou preocupação a Putin sobre a situação humanitária na cidade síria de Idlib e expressou a necessidade de a ONU responder com eficiência às necessidades humanitárias de civis em todo o país.

Quanto à Ucrânia, o presidente francês indicou a importância de respeitar o cessar-fogo na linha de contacto entre separatistas e o exército do país, respeitando os compromissos acordados pelas partes.

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