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Estudos

Angola - Conjuntura Económica - 2.º Semestre 2014

| Editoria Estudos | 12/09/2014

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Angola - Conjuntura Económica – 2.º Semestre 2014

Síntese dos Resultados

De forma resumida apresentam-se as tendências do Indicador de Confiança dos seis sectores, tendo por base a resposta ao Inquérito de Conjuntura, das empresas seleccionadas queinfluenciaram o Clima Económico em Angola no 2º Trimestre de 2014.

A Conjuntura Económica é desfavorável para os sectores de indústria transformadora e construção, pois, os indicadores de confiança dos mesmos encontram-se abaixo da média da série e evoluíram negativamente em relação ao período homólogo.

No sector do comércio a Conjuntura Económica é favorável. O indicador de confiança apresentou uma tendência positiva e situou-se acima da média da série. Contrariamente, para as empresas transportadoras a Conjuntura é desfavorável, tendo em conta a evolução negativa do respectivo indicador em relação ao período homólogo e permaneceu abaixo da média da serie.

Para as indústrias Extractivas a Conjuntura Económica é desfavorável. O indicador de confiança apresentou uma tendência negativa e evoluiu desfavoravelmente em relação ao período homólogo. No sector do turismo a Conjuntura Económica é favorável, pois, apesar da tendência negativa, o indicador evoluiu positivamente em relação ao período homólogo e permaneceu acima da média da série.

Indicador de Clima Económico

Dos resultados obtidos no segundo trimestre de 2014, constatou-se que o indicador de clima económico evoluiu positivamente em relação ao período homólogo e permaneceu acima da média da serie, mantendo favorável o clima económico em Angola.

Análise Sectorial

Indústria Transformadora

No sector de indústria transformadora, o indicador de confiança apresentou uma tendência negativa em relação ao período anterior, permaneceu abaixo da média da serie e evoluiu negativamente em relação ao trimestre homólogo.

A evolução negativa deveu-se ao comportamento desfavorável das variáveis produção actual e perspectiva de produção. A Conjuntura Económica é desfavorável no sector.

No trimestre em referência, mais empresas sentiram limitações ao desenvolverem as suas actividades em comparação com o período homólogo.

Na opiniao dos empresários, as frequentes avarias mecânicas nos equipamentos, o elevado absentismo do pessoal ao serviço, a falta de matéria prima, mão de obra especializada, água e energia foram os principais constrangimentos no sector.

Construção

De acordo com os dados do 2º trimestre de 2014, o indicador de confiança do sector de construção manteve a tendência ascendente do trimestre anterior, evoluiu negativamente em relação ao período homólogo e permaneceu abaixo da média da série.

Este comportamento deveu-se essencialmente à carteira de encomendas actual e às más perspectivas de emprego e da actividade nos próximos três meses.

Comparando ao trimestre homólogo, mais empresas sentiram constrangimentos ao desenvolverem as suas actividades.

Segundo os empresários do sector, a insuficiência da procura, o nível elevado da taxa de juros foram os principais constrangimentos no sector. No entanto, a deterioração das perspectivas de vendas e as dificuldades na obtenção de créditos bancários, similarmente influíram negativamente na actividade das empresas.

Comércio

Não obstante o decréscimo do indicador em relação ao período homólogo, a Conjuntura Económica permaneceu favorável no segundo trimestre de 2014, pois o indicador manteve a tendência ascendente do trimestre anterior e permaneceu acima da média da série.

A tendência ascendente deveu-se essencialmente ao aumento da actividade actual.

No que concerne às limitações de actividade, constatou-se que mais empresas comerciais sentiram dificuldades ao desenvolverem as suas actividades em comparação com o período homólogo.

Os principais constrangimentos foram: dificuldades em encontrar pessoal qualificado, excesso de burocracia e regulamentações estatais; também contribuíram negativamente, as dificuldades financeiras e o elevado absentismo do pessoal ao serviço.

Transportes

A Conjuntura Económica permaneceu desfavorável no 2º trimestre de 2014 no sector dos transportes, o indicador de confiança estabilizou-se em relação ao trimestre anterior, permaneceu abaixo da média da série e evoluiu negativamente em relação ao período homólogo.

A evolução negativa em relação ao período homólogo, deveu-se ao comportamento desfavorável de todas as variáveis que compõem o indicador.

De acordo com os empresários do sector, mais empresas sentiram constrangimento ao desenvolverem as suas actividades em comparação com o trimestre homólogo.

Na opinião dos mesmos, a concorrência, as dificuldades financeiras e em encontrar pessoal com formação apropriada, foram os principais constrangimentos no 2º trimestre de 2014.

Turismo

A Conjuntura Económica no sector do turismo permaneceu favorável no 2º trimestre de 2014, o indicador de confiança evoluiu positivamente em relação ao período homólogo e permaneceu acima da média da série.

A evolução positiva deveu-se ao comportamento favorável de todas as variáveis que compõem o indicador.

Quanto às limitações, mais empresas do sector sentiram dificuldades ao desenvolverem as suas actividades em comparação ao 2º trimestre de 2013.

A insuficiência da procura e o excesso de burocracia foram os principais constrangimentos. No entanto, o elevado absentismo do pessoal ao serviço, as dificuldades financeiras e em encontrar pessoal qualificado também influíram negativamente nas actividades das empresas do sector.

Indústria Extractiva

Pese embora a permanência do indicador acima da média da série, a Conjuntura Económica passou a ser desfavorável no segundo trimestre de 2014, pois o indicador apresentou uma tendência negativa e evoluiu desfavoravelmente em relação ao período homólogo.

Apesar do desfavorecimento da Conjuntura no sector, de acordo com os empresários, observou-se um aumento da produção em relação ao período homólogo.

No que concerne às limitações das actividades, mais empresas sentiram limitações nas suas actividades em relação ao período homólogo.

A falta de mão-de-obra especializada e as frequentes avarias mecânicas nos equipamentos foram as principais limitações. Porém, limitaram também as actividades das empresas do sector o elevado absentismo do pessoal ao serviço e a insuficiência dos equipamentos.

INE Angola

Julho 2014

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