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Líderes religiosos fazem apelo para que cristãos não deixem o Médio Oriente

| Editoria Política | 06/12/2014

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Líderes muçulmanos e cristãos exortaram esta semana, no Cairo, os cristãos no Médio Oriente a permanecerem na região, apesar das perseguições e dos abusos por parte de grupos jihadistas.

A ofensiva lançada em junho pelos jihadistas do EI forçou centenas de milhares de refugiados a deixarem as suas casas
(DR)

«O exílio forçado dos cristãos e de outros grupos religiosos ou étnicos é um crime que todos nós condenamos», disseram os líderes religiosos de vinte países no final de uma conferência internacional sobre «terrorismo» convocada pela Al-Azhar, uma das instituições mais prestigiadas do Islão sunita.

«Pedimos aos nossos irmãos cristãos que permaneçam no seu país até que desapareça a onda de terrorismo que todos nós sofremos», acrescentaram num comunicado conjunto. Pedem a «todos os países do mundo» que não facilitem este exílio, ajudando antes estes grupos a moverem-se no seu território.

A declaração é feita cinco dias após o apelo do Papa Francisco a todos os líderes muçulmanos para condenarem claramente o terrorismo islâmico.

A ofensiva lançada em junho pelos jihadistas do Estado Islâmico (EI) no Iraque e na Síria forçou centenas de milhares de refugiados a deixarem as suas casas, incluindo dezenas de milhares de cristãos vítimas de abusos.

O texto também denuncia uma interpretação «distorcida» da «jihad», ou «guerra santa», acrescentando que esse conceito significa «autodefesa e resposta à agressão» e que não deve ser usado «por qualquer indivíduo ou grupo».

Ainda que sem proporem ações concretas, os participantes sugeriram a realização de «uma conferência de diálogo internacional para um trabalho unido e que permita construir a paz e espalhar a justiça».

Redação com Agência

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